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18 de setembro de 2010

A vida aos 35

A idade da firmação!

- Fotos: BZK/Divulgação

Felicidade tem idade? Não, não tem.

Para Martha Medeiros (abaixo) a felicidade depende de dois fatores: “Sorte e escolhas bem feitas”.

A escritora não acredita que ela seja composta de momentos, como pensam muitos, principalmente os mais novos.

Reflexão contrária a mesma expõe sobre a infelicidade na crônica “35 anos para ser feliz”, publicada em 98: “Depois dos 35, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta”.


Sorte e escolhas. Uma independe da outra, mas é bom que convivam.

“A gente é a soma das nossas decisões, todo mundo sabe. Tem gente que é infeliz porque tem um câncer. E outros são infelizes porque cultivam uma preguiça existencial. Os que têm câncer não têm sorte. Mas os outros, sim, têm a sorte de optar. E estes só continuam infelizes se assim escolherem”.

Em acordo com ela está o filósofo grego Epícuro: "O essencial para a felicidade é a nossa condição humana, e desta somos nós os senhores".


Com isto, recomeçamos, então, a nossa reflexão:

Felicidade não tem idade, independe de momentos, entretanto, é necessariamente dependente de nossa condição. E mais: de sermos os senhores dela.

No dicionário Houaiss, condição pode ser definida pelo “modo de ser, estado de algo ou alguém”. Nada mais difícil nesta vida do que sermos os donos dela, da nossa própria existência, do que ainda vem pela frente e de como, de que forma nos atingirá.

Tem gente que não gosta de envelhecer e que detesta revelar sua idade, principalmente as mulheres. Mas se tem algo que todos devem se orgulhar toda vez que tivermos de encará-la nem que seja ao espelho é o fato concreto de que somente com ela que nos tornamos mais capazes de nos conhecermos. Não, não por total, pois nem os considerados mais loucos da humanidade admitiam possuir esta proeza.


“A vida é um eterno aprendizado”, um dia proferiu o poeta, e que faz cair por terra todo aquele papo da qual um dia todo jovem escutou centenas de vezes: “Amadurece!”. De amadurecimento todos precisamos até o fim. Feliz daqueles que conseguem olhar para si e extrair uma lição, realização ou ainda um sorriso, nem que seja um pouco de cada dia.

Não é uma regra, pois para muitos acontece antes ou mesmo muito tempo depois - isso quando realmente acontece, mas é só depois dos trinta anos, quando já somos cobrados por respondermos por uma vida profissional e até mesmo sentimental, política, familiar, é que as certezas, os limites, adquirem sua forma mais clara, ao já não sermos mais uns estranhos ao contexto.



Nossos defeitos já não são mais desconhecidos. Pelo menos já não serve mais como desculpa. O caráter, o ver e tocar no mundo, estão mais lapidados. Troca-se a impulsividade por uma maior auto-controle, a indignação pela resignação e o extremismo pelo equilíbrio, como reforça em suas respostas o professor Alex Lagos (foto acima) um dos entrevistados da presente reportagem.

Além dele, a empresária Viviane Dutra também diz como é chegar aos 35, na chamada, não à toa, Bodas de Coral. Pelas águas quentes do mar, os recifes de corais levam anos para se reproduzirem até atingir uma protuberante e vistosa forma.



Martha está certa. Só quem se permite e se conhece sabe como enxergar e conquistar a felicidade diária. Para Fernando Pessoa, “a felicidade está fora da felicidade”.

Os senhores de nossas
próprias condições


Há quem considere os 35 como a idade do “meio termo”, em que as responsabilidades estão traçadas, ao mesmo tempo, que a imponência da juventude ainda lhes é presente.

“Se as mulheres ficam melhores depois dos 40, os homens chegam ao seu auge aos 30”, disse-me outro dia uma amiga, enquanto discutíamos sobre a estética e o tempo. É pode ser.

A beleza madura é um colírio de quem sabe apreciá-la, não só pela forma em si, mas principalmente pelo conteúdo. Eis os exemplos a seguir:

Organização correta


Na próxima segunda-feira, Viviane Huber Braga Dutra completa “Bodas de Renda”, ou, os 13 anos de seu casamento. Além do marido, a sua fortaleza está alicerçada pelos dois filhos, Arthur, de seis anos, e o caçula Caiubi, de apenas quatro. Para sentir-se completa, ela também acrescenta a importante presença de sua mãe.

Bibliotecária pós-graduada, Viviane é proprietária de lojas da área de vestuário, entre elas, a Vivis Fashion, presente há 11 anos no Figueiras Shopping. A primeira loja foi a sua casa em 1997. No mercado, porém, está há 18 anos. E como não poderia ser diferente, seus atuais 35 giram em torno do seu crescimento profissional e familiar.


O grande diferencial da vendedora é prestar atendimento o mais personalizado possível. O seu propósito profissional: “Fazer com que alguém se sinta bem consigo, usando uma roupa que seja apropriada para o seu corpo e que combine com o seu jeito”.

“É muito bom ajudá-los achar uma roupa perfeita e com isso fazê-los sentir a confiança do meu trabalho, que o cliente saía satisfeito com o produto e saiba que pode confiar em mim como amiga. Perspectiva que me define hoje: ser sempre uma pessoa correta com o clientes, amigos e a família”, enfatiza Viviane, sobre como se sente feliz e satisfeita.


Como era de se esperar de uma jovem no auge de seus 35 anos, seus maiores desafios e cobranças estão intimamente ligados a sua profissão. Por conta dela, hoje o que mais diz se cobrar é tempo para a sua família. “São meu alicerce em tudo”, pontua.

Seu momento atual? “Estar de bem comigo e para isso preciso do apoio deles”. Da sua personalidade, visível ao espírito empreendedor e compatível com o seu signo de Capricórnio, aponta a determinação, a teimosia do não desistir qual seja a dificuldade.

Além disso, se percebe como uma mulher carinhosa, amiga, fiel, mas confessa: “Pareço calma, entretanto, sou bem gritona; estou tentando me controlar; sou lenta para algumas coisas, porém, muito rápida para outras”. Outro traço da adolescência que persiste: “Fui desorganizada e ainda continuo; procuro sempre melhorar nesse aspecto”, admite ela.


A desorganização é uma das coisas que visivelmente mais a incomodam: “Tudo precisa de organização. Dou o meu melhor para ser organizada e correta com tudo e com todos”, expõe. “Tudo o que fiz sempre foi muito consciente e não me arrependo. Se errei, que bom, pois aprendi ou vi que estava errada e voltei atrás”, reflete ela.

Lições que retira da vida: “Ter mais paciência com meus filhos pois me cobro todos os dias; trabalhar no que você realmente gosta é a melhor satisfação que pode-se ter, pois passamos mais horas trabalhando do que na sua própria casa. Uma família que te apóie, te diga as verdades, sempre pensando no que é melhor pra ti. Amigos e funcionários que gostem de ti. Não passar ninguém para trás, porque quem faz o mal recebe de volta. Ser correta e confiar nas pessoas, mas sempre se protegendo do que é errado”.


E o que ela mais deseja pro futuro? “Viajar muito com minha família sem pressa de voltar e sem preocupação de compromissos financeiros”.

Em busca da serenidade


É assim que o rio-grandino, Alex Lagos Oliveira, responde ao definir sua perspectiva atual sobre si, sobre a vida. Enfermeiro formado há 10 anos, especializado em Administração Hospitalar há sete, o professor salienta que hoje consegue visualizar mais os propósitos e os resultados de suas escolhas e atitudes. “Penso estar na melhor fase da jornada de um homem, a melhor aparência aliada ao trabalhado e ao conteúdo”, destaca.


Indagamos ao jovem quais os maiores desafios e cobranças da idade: “O maior desafio, com certeza é o de tornar-se cada dia melhor, admitindo seu erros e defeitos e lutando diariamente contra eles”.


Sonhos para quem sabe os próximos anos: “Conhecer o mundo navegando”, exclama. E qual as melhores lições e as verdades já não mais hipócritas que hoje soma: “Não reclamar. Reclamamos de tudo, todo o tempo! Empatia, coloco-me sempre no lugar do outro! Você é o que você come! Acredito no sucesso de uma dieta equilibrada! E a última: contribua para o mundo, nem que seja com um belo sorriso”, conclui.

17 de agosto de 2010

O brilho de Lorene


Texto e fotos-reportagem:

Não é clichê ou uma forma de tentar ser simpático.

Lorene Carazzai nem de muito perto aparenta ter 60 anos.

Não só pela aparência, mas pelas idéias, pelo jeito como observa e sente a vida, com um refinado senso de humor.


Ao lado do seu companheiro e amigo, o filho caçula Geisel de 28 anos (acima), ela administra desde junho de 2009, a loja de bijuterias e acessórios Questão de Styllo, situada na rua Silva Paes quase esquina Duque de Caxias.


Além de Geisel, Lorene é mãe de mais dois filhos e orgulhosamente uma avó de cinco netos.

Há três anos voltou a conhecer de perto a solidão ao ficar viúva de seu segundo marido.

“Mais do que um marido, ele era meu companheiro, meu amigo”, comenta Lorene, que antes de sua morte, cuidou até o fim de sua sogra. Tantas dores geraram um certo “toque de recolher” na comerciante que gosta de bailes mas não saí mais.


“Perdi o gosto de me divertir”, diz ela, que avisa logo em seguida: “Mas não me anulei para a vida”, garante ela que se define uma mulher alegre, feliz, moderna, para frente e já planeja em breve fazer sua primeira tatuagem. “Uma borboleta na perna”, indica ela.

“Eu me amo muito e amo o meu próximo”, evidencia.

Dos amores, Lorene também guarda histórias curiosas.

O primeiro casamento durou 16 anos. Separou-se por incompatibilidade de gênios.

Entretanto, afirma que do fim nasceu uma grande amizade, não só com seu ex mas também com a mulher com que ele de novo se casou. "O meu segundo marido também gostava deles", diz. E nem mesmo a morte deles abalaram a relação das duas.


“Somos as duas viúvas e muito amigas até hoje”, adiciona.

Lorene também abre o coração e revela outras boas histórias...

O primeiro amor, primeiro beijo, a gente não esquece, correto?!

Pois é... Lorene também não.


Ainda mais quando ele ainda permanece registrado como o “maior de todos”, mesmo depois do decorrer de uma vida. Foi por um conhecido e renomado fotógrafo da cidade, quando ele ainda nem sonhava em seguir essa profissão. “Ele dava aulas de violão”, conta ela.

O cenário dos seus encontros: um dos bancos do interior da praça Xavier Ferreira. “Quando a gente não se encontrava, deixava uma flor ou uma rosa no banco para mostrar que tínhamos passado por ali”, recorda.


No entanto, entre os dois estava o primeiro marido de Lorene, indicado e escolhido por seus pais. “Naquela época, não podíamos nos colocar contra as ordens deles”, evidencia ela, com pesar.

Embora o amor de sua juventude tenha até planejado uma fuga do casal, Lorene não teve coragem suficiente para desobedecer sua família. Casou-se e foi morar por 16 anos na capital gaúcha. “Foi a única pessoa que amei de verdade”, garante ela, mesmo depois dos anos.


Num dos últimos reencontros, sentiu o coração disparar. “Prova de que a gente envelhece só por fora, porque internamente os sentimentos permanecem os mesmos”, observa.

Porém, os tempos são outros e ela é ciente disso.

Hoje seu tempo é voltado para os seus bichos e sua família.

No momento, não pensa em relacionamento, mas acredita que uma pessoa sozinha não pode se sentir completa. Teme ficar sozinha, mas não se assusta com a velhice.


“Quero viver muito ainda”, ostenta. Depois, declara um desejo: “Sim, sinto-me jovem suficiente e ainda gostaria de viver uma grande paixão. Estou parada mas não morri”.

Sexo? “Claro! Sinto-me bem mulher para isso, mas sinto mais falta de uma companhia”.

O que falta para ir ao encontro de uma nova vida? “Tirar as vendas dos olhos, abrir uma porta”, finaliza.

Perfil


- Lorene Soares Carazzai, 60 anos

- Naturalidade: Pelotas (RS)

- Signo: Sagitário

- Cor: Verde

- Personalidade: moderna, contemporânea, calma, alegre e alto astral


- Frase: “O importante não é ter ou ser uma estrela e sim saber brilhar”;

- Hobbies: Gosto de música, “arranho um acordeom”;

- Música: As do cantor Wando, “mas gosto de tudo, até de funk, forró, pagode...”

- Como define sua atual fase: “Fechada para balanço”

- Sonhos: Viajar de avião, conhecer Fernando de Noronha (PE) e outros lugares


- Homem ideal: “Antes de tudo um leal amigo”

- Paixões: “Cuidar dos meus bichos” – Lorene tem 4 cachorros e 5 gatos;

- Sexo: “É importante, mas não é tudo. Para ter um sexo legal é preciso ter química e isso só ocorre através da amizade, da cumplicidade e da parceria”;

- “Enquanto estou com as pessoas, meus filhos, não gosto de demonstrar tristeza, por isso tento sempre me manter feliz e bem por fora”.


10 de agosto de 2010

Sob os holofotes paulistanos!


"Já fui médico, ladrão, mergulhador, arquiteto debaixo d'água, estilista, empresário gay, pai português, administrador, padre, policial, cantor, já fui tanta coisa que quanto mais eu sou outros, mais me conheço e me afirmo como ser humano. E sei que ainda serei muitos outros, que virão a acrescentar ainda mais em mim. Sou grato a todos aqueles que passaram em minha vida, aos que já não estão mais e aos que virão. Obrigado ao meu pai e obrigado a minha mãe, o Dr. Lloid e a Dona Leda, que fazem parte da turma dos que já não estão mais, pela orientação e carinho que sempre tivemos por nós".


Agradecimento: Lucinara Furtado
Fotos-reportagem: Arquivo Pessoal/Divulgação


Modelo fotográfico publicitário e ator. Desde moleque, André Luis Rey dos Santos, já mostrava interesse e talento para o mundo artístico. Para chegar nele, porém, precisou conhecer tudo o que de novo lhe aguardava pelo caminho.

“A minha infância e minha adolescência ficaram no passado junto do Juvenal Miller, do Lemos Jr, do 585 Prive, do Quitandinha, da SAC, do leite da Zóquinha, dos luais no Cassino, das bebedeiras com os amigos”, recorda ele, em tom saudosista de “bons tempos”.


Quem o conhece reforça que sempre foi um sedutor nato, sobretudo do espaço em que domina. No presente, a revelação de um dos seus melhores aprendizados: "O verdadeiro homem mede a sua força quando se defronta com o obstáculo".

Ao visitar sua irmã já radicada em São Paulo (SP), André Luis deu uma guinada em sua vida. O período ele não esquece: outubro de 2005. Da visita, apenas indica: “Aqui estou até hoje”. E com isso, também relata:


“Passei pelo boêmio Itaim Bibi, quando tinha a Academia da Cachaça, um bar que ficava na Vila Mariana; depois a doideira frenética da Santa Cecília, quando eu enlouquecia nos telemarketing bilingue, e recentemente na tranqüilidade nipônica da Vila Mariana, já tendo a delícia de ter tido coragem de encarar essa profissão”.


Passados cinco anos, André só retornou a sua cidade natal para uma visita passageira, de apenas três dias no ano de 2008. “É óbvio que sinto saudade de muitas pessoas, lugares e coisas. Ando doidinho pra ir para aí, recarregar minhas baterias com minha gente”, diz ele, mostrando que também está por dentro da mudança de realidade por qual passa sua cidade: “Mas parece que não dá mais pra ficar curtindo um chimas na beira do cais, né? Espero que pelo menos nas dunas da praia não tenha gente fumado crack!”.


Na entrevista realizada via e-mail, O Peixeiro indaga ao aquariano sua reflexão agora que está próximo dos 40. Ao seu estilo, André Luis pontua autêntico: “Pois é. Perto dos 40 e não 40! Ainda sou um balzaquiano, no auge da juventude, aos 38 anos. Tudo bem se os grisalhos e as manias denunciam a idade, mas internamente convivo com o joelho meteorológico, as dores lombares. Continuo o mesmo guri, respeitoso, comunicativo, educado, palhaço, ácido, perspicaz, curioso e sempre aprendendo”, define-se o papareia, que também revela o seu jeitinho de como conquistar o mundo: "O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores".


“Guardo muitas pessoas e histórias dentro de mim e, estejam certos, que todos e todas estão arquivados com muito carinho, e vivem no presente orientando cada passo que eu dou”, evidencia. Como ele percebe a atual etapa da sua vida? “Vivo, portanto, este é o melhor momento da minha vida”.

Ao gosto da visita


Atualmente reside na localidade da Chácara Inglesa, região da Vila Mariana na zona Sul de São Paulo. Mudou-se há cerca de dois meses.

“São Paulo já não era um mistério, pois sempre gostei da cidade, não foi difícil [a adaptação]. Vim para morar mais próximo da minha irmã. Passamos dois anos juntos, no Itaim Bibi. Depois fui para o meu canto em Santa Cecília, região central da cidade, onde, inclusive, respirava todos os monóxidos de carbono”, conta André.


Assim como ocorre com a realidade de sua Rio Grande hoje, o ator também mostra que sua rotina em nada lembra o vivido na antiga e pacata cidade.

“Sei diferenciar o som da sirene de uma ambulância do de uma de uma viatura de polícia. E gostava da barulheira e desse movimento todo”, explana.


Entretanto, complementa: “Mas é claro que, sendo uma cidade tão grande, eu certamente paguei meus micos, como, por exemplo, já fiquei desorientado dentro do metro, me perdi diversas vezes, fui assaltado só para variar... Tudo muito normal”, pontua.

Mostrando-se receptivo e com um espírito hospitaleiro, típico do povo de sua origem, ao situar onde mora atualmente, André convida: “Apareça para tomar um cafezinho ou uma cervejinha. Aqui vai ao gosto da visita”.

Dicas


Aos novos talentos, ele pontua: “Estuda! Depois estuda mais um pouco. Sucesso garantido em qualquer lugar, seja no Brasil, seja no Mundo”. Essencial? “Postura e atitude”. Sobre as exigências da área para qual está voltado, salienta a mensagem: “Preparo e experiência. Façam suas propostas, tornem real o projeto e alavanquem seus lucros!”.

Como o ator e modelo publicitário define um bom trabalho e o que mais lhe incomoda em sua profissão?! “Um bom trabalho é todo aquele feito com gosto, com tesão, com vontade de fazê-lo. Uma coisa chata é a espera. Praticamente, é preciso ter a paciência de um zen budismo. Espera-se para tudo, principalmente durante os testes; espera-se para se maquiar, para colocar ou ajustar o figurino, na fila do estúdio. E depois espera aquele telefonema tão esperado dizendo: - Você foi aprovado! O que, claro, compensa todas as esperas”.


E continua: “Tem também que se estar sempre à disposição. Tocou o telefone, não importa aonde, lá vou”, observa. “Outra coisa chata são os "horários nobres" dos filmes publicitários: 4 horas da manhã! Mas fotos é uma das coisas mais gostosas de fazer”, assegura.

André também se mantém em contato com as agências pela internet, além de conviver com seus amigos. “Por aqui temos uma comunidade riograndina muito grande”, brinca. Seus desejos e ambições para o futuro?


“Manter-me vivendo da arte. Nunca pensei que fosse possível, mas é”, comenta. Por fim, questionamos se ele gostaria de fazer alguma consideração. Segue sua resposta: “Pra quê?! Depois dessa prova de concurso publico?! Só vou mandar um beijo pro tio, pra tia e pra Bruxa”, finaliza.

>> Últimos trabalhos:


Junho: “O Mago dos Brinquedos”, um dos episódios do programa “Tribunal na TV”, da emissora Bandeirantes. Gravou também o comercial Fluidez para o Governo do Estado de São Paulo.

Maio: Gravou o comercial “Unylever”, das margarinas Becel, ainda em veiculação.


Março: Pousou para a capa da revista ISTOÉ, ilustrando a reportagem “O Avanço do Exorcismo”. Também fotografou para a campanha publicitária do Banco Itaú e do Terra Viagens, inscrita no Festival de Cannes.


Fevereiro: Também foi modelo para a reportagem de capa “Jogo da Intuição”, publicada pela revista de circulação nacional, Superinteressante [veja o link, clicando aqui].

Novembro/2009: Protagonizou um estilista para a campanha publicitária “Amanhã”, do BNDES, produzido pela O2 (imagens abaixo).


Outubro: Foto comercial para o Santander em patrocínio a Fórmula 1, publicada pela Veja neste mesmo período.


Setembro: Participou do comercial “Dr. Shall's”.

Agosto: Integrou a campanha publicitária “Jornal Nacional 40 Anos”, produzido pela Trattor Filmes.


Julho: Ensaio Fotográfico para a Concorrência Publicitária. Também foi o protagonista do comercial “360º graus”, exibido em aeroportos internacionais

O rio-grandino ainda integra o elenco dos seriados Arouche By Night e Cravos Vermelhos, programados para serem lançados em breve.


>> Acesse:
Orkut: André Luis *
www.andreluisrey.blogspot.com
E-mail: andreluis_rey@hotmail.com