12 de fevereiro de 2010

Onde mora a felicidade?


A pergunta pode parecer piegas, clichê, mas ninguém dispensaria a resposta.

Não creio que a felicidade esteja ao alcance das mãos, mas talvez da mente, pois se a felicidade nada mais é que um estado de pensamento, só não é feliz quem não quer — basta sonhar, vislumbrar as peças necessárias e, pronto: o quebra-cabeça da felicidade está completo!


Ser feliz parece tão simples...

Algo muito mais fácil do que se supõe.

Ah, doce ilusão...



Crônica assinada por JU Blasina
- E-mail: jrblasina@yahoo.com.br

Muitas vezes, o simples planejar já é o bastante, noutras, basta!

A sensação onírica que se tem ao imaginar uma conquista, ao adiantar um momento futuro, é muitas vezes mais satisfatória que o momento em si. Quando o querer se transforma em presente, raramente o faz nas mesmas cores que pinta o nosso sonhar.

Talvez seja isso o que gere o efeito surpresa: a forma imprevisível como a vida acontece, muitas vezes queimando a etapa do planejar, sem nos dar sequer margens à decepção.



O argumento dos pessimistas diz que esperar o pior torna tudo melhor. Se por um lado a premissa parece coerente, por outro, não deixa espaço para o sonhar — o tão necessário sonhar.

E o que seria do homem sem a ilusão? Um ser amargo, apático e sem forças para travar a batalha que possibilita a conquista, seja ela qual for.


Os excessivamente otimistas, encontram tanta satisfação no sonhar que não se deixam abalar por “detalhes” como a realidade — ignoram os fatos, as probabilidades, as críticas e até mesmo o chão sob os seus pés.

É preciso convir que há uma diferença, nada sutil, entre pensamento positivo e cabeça oca, aquela que é preenchida por um pensar inconsistente.

Não que o pensar seja algo concreto, palpável, mas pode — e deve, para todos os efeitos — ser no mínimo substancial, caso contrário, torna-se tão etéreo que não se faz notar, não pesa, não tangencia o chamado “mundo real”.


O mundo das ideias é onde tudo nasce e onde tudo significa, mas este tudo só se torna algo ao extravasar, alcançando o lado de fora e, consequentemente, atingindo o pensar alheio. Se não houvesse tal necessidade, poderíamos viver em cápsulas do pensar, feito personagens de ficção científica.

E o corpo, em suspensão, se tornaria um acessório obsoleto, cuja única função seria manter viva a máquina do pensar — e cá pra nós, que sabemos tudo o que o corpo pode nos proporcionar, quanto desperdício!


Quando a felicidade está trancada no compartimento secreto do imaginar, é sinal de que algo não está funcionando bem, que falta alguma peça, seja do lado de dentro ou do lado de fora, pois quando real, a felicidade transita e unifica esses mundos, dando volume aos planos e fazendo de nós seres plenos, satisfeitos e prontos para almejar algo distante e começar tudo de novo.


Como as pessoas fazem amor?


Para responder esta pergunta, o americano Franz Wisner decidiu viajar pelo mundo colhendo informações a respeito. O objetivo? Descobrir como homens e mulheres de diversas partes do mundo tratam a afetividade. O motivo? Dor de cotovelo se presume, pois a ideia surgiu depois que ele foi abandonado por sua noiva no altar.


Crônica escrita pela editora Rosane Leiria Ávila
- E-mail: rosaneleiria@gmail.com

Wisner não se fez de rogado nem virou o nariz para etnias.

Rodou o mundo e entrevistou todo o tipo de pessoa. Sua experiência virou livro, é claro: “How the World Makes Love?” (Como o mundo faz amor?).


Mas este ainda não chegou ao Brasil.

A ideia de viajar e depois escrever um livro, ou deliberadamente viajar para escrever não é nova, não é a primeira e nem será a última.

Mas admito que deva ser uma delícia.

Há dois na lista dos mais vendidos com o livro “Comer, Rezar e Amar”, a jornalista americana Elizabeth Gilbert também saiu pelo mundo em busca de si mesma depois de desfazer um casamento e, na sequencia, sofrer uma grande desilusão amorosa.


Diferentemente de Wisner que ampliou seu laboratório a vários povos, Elizabeth elegeu três países onde passou um ano: Itália, Índia e Indonésia.

Em Roma, conta que viveu os meses mais felizes de sua empreitada, engordou 11 quilos e aprendeu a língua. Na Índia, dedicou-se à devoção e com a ajuda de um guru espiritual viveu quatro meses de contínua exploração espiritual.


Já na Indonésia (Bali) vivenciou a arte do equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Ficou discípula de um xamã e apaixonou-se por um brasileiro.

Mas, voltando à pesquisa de Wisner, ele descobriu que, se para os indianos o amor surge com tempo e a maioria dos casamentos são ainda arranjos feitos pelas famílias, para os nicaraguenses o amor esteve presente até nos tempos de guerrilha, e as relações afetivas estão acima de tudo.


Em compensação, em termos de fidelidade, por exemplo, os tchecos são muitos libertinos e em poucos lugares do mundo se trai tanto quanto naquele país. No Egito, amor e religião se aproximam, pois o assunto trata de algo divino que leva à iluminação espiritual. Entretanto, contatos físicos são difíceis e gays vão para a cadeia.

Para Wisner, no que tange à valorização da mulher, a Nova Zelândia sai na frente. “Em nenhum outro país encontrei uma sociedade que valoriza tanto a mulher”, assegura. As relações são equilibradas e o sexo freqüente, ainda que falte um pouco de diálogo entre os parceiros.


E quanto ao Brasil? Ah, sim. O país é abundante em amor. Mas ele dá uma dica: “Esqueça a aparência física, pois as brasileiras não são as mulheres mais belas do mundo”.

Aproveita o gancho também para aconselhar: “O que importa não é a beleza, e sim, a atitude. E isso as brasileiras têm de sobra”, diz Wisner.



Alimentação Saudável:

Balança mede peso e valores nutricionais dos alimentos


A Balança Digital com Medidores de Valores Nutricionais é ideal para quem se preocupa em manter uma alimentação saudável. Além de pesar, ela mantém em seu interior um banco de dados de 999 tipos de alimentos, sendo capaz de revelar com precisão a quantidade de 7 valores nutricionais tais como: K calorias, Carboidrato, Colesterol, Fibras, Proteínas, Gordura e Sódio.

Para isto, a balança acompanha uma tabela em que cada alimento equivale a um numero. Ao ser digitado o número que na tabela corresponde ao alimento que se quer pesar, ela automaticamente o identifica e faz os cálculos.

Lançamento (Divulgação)

Por exemplo: o número 001 corresponde a rosca caseira. A Balança pesa a fatia colocada em sua superfície, e revela seus valores nutricionais. Esta balança é ideal também para quem está controlando o peso, está de regime, ou tem restrições alimentares.

A balança é digital e própria para cozinha, com capacidade de 5kg, sensor de alta precisão e graduação de 1 grama. Possui também indicadores de bateria fraca e de sobrecarga. Preço: R$ 145,80. À venda na loja virtual Utilplast: www.utilplast.com.br


Natura lança lenços "Banho de Gato"


No dia a dia, as crianças brincam, se divertem, se sujam e nem sempre é possível tomar um bom banho, principalmente quando estão fora de casa. Para uma limpeza rápida, muitas mães utilizam lenços de papel, umedecidos, gel antisséptico, dentre outros.

Estes produtos nem sempre são adequados para as crianças maiores, que têm necessidades diferentes dos bebês. Para entender esse dia a dia e as necessidades dessas mães, a Natura conversou com mães de crianças com idade a partir dos 3 anos.

O resultado desta pesquisa é o lançamento dos lenços de limpeza Natura Naturé Banho de Gato que têm ação antisséptica e podem ser usados no corpo todo, inclusive no rosto e na boca.


A fórmula é suave, não contém álcool e hidrata por até 8 horas. A fragrância, suave e frutal, possui notas aquosas que transmitem alegria e divertimento. O nome Banho de Gato foi escolhido como uma alusão ao carinho da mamãe gata com os filhotes que os lambe até deixá-los bem limpinhos.

A embalagem de Banho de Gato é flow-pack, compacta e desenvolvida para caber na bolsa da mamãe, no carro ou na mochila da criança. Além de contato com as consultoras, informações podem ser obtidas com o SNAC, telefone 0800-115566, pelo e-mail: snac@natura.net ou visitando o site: www.natura.net.


Medo de dentista?


Na maioria das vezes as pessoas deixam de fazer um tratamento de canal ou mesmo uma restauração comum por medo de sentir dor, chegando ao extremo de, aí sim, ficar com dor de dente com o único objetivo de não ir ao dentista.


Parece uma coisa totalmente sem sentido, mas o “medo de dentista” é uma realidade, e não somente de pessoas pouco esclarecidas, mas também de profissionais liberais, jornalistas, funcionários públicos, militares, etc.

O motivo dessa fobia, geralmente vem de muitos anos, herança de nossos avós e bisavós (esses sim eu acredito que tenham passado algum trabalho em cadeiras odontológicas...), quando as técnicas operatórias e anestésicas ainda engatinhavam, e a dor era uma constante nos consultórios (esse é um dos motivos para que no Brasil haja um alto índice de pessoas sem vários elementos dentários na terceira idade).


Porém, nos dias de hoje, em pleno século XXI, deixar de procurar ajuda de um dentista por medo do consultório, ou pior ainda , por medo da “famigerada broca”, tem que ser uma atitude a ser esquecida.

Conversar com o profissional que irá lhe atender, perguntar sobre o tratamento que vai ser feito, que tipo de medicação é a mais recomendada para cada caso, enfim, conhecer todas as nuances do procedimento a ser realizado e estabelecer um relacionamento de confiança com o seu dentista parece ser a atitude mais correta a ser tomada.


O profissional da odontologia só existe com o intuito de ajudar e aquele profissional antigo, que atendia sem luvas, de jaleco sujo e dizia que a dor era “fiasco” do paciente, parece hoje em dia mais motivo de piada em programas humorísticos do que propriamente uma realidade da classe odontológica.

Nos casos específicos de tratamento de canal, existem algumas lendas que devem ser esclarecidas; por exemplo, que em dentes com “inflamação” ou com “infecção” a anestesia “não pega”. Na verdade os anestésicos usados nos tratamentos odontológicos em geral sempre vão causar um bloqueio do estímulo nervoso acabando com a dor localizada.

O que pode acontecer é ser preciso variar o local de aplicação e/ou a quantidade anestésica, de acordo com cada caso. Outro aspecto a ser considerado é o de que os dentes acabam quebrando quando é feito o tratamento endodôntico, o que viria a causar mais dor e transtorno.


Bem, com certeza quando é feito uma intervenção em um elemento dentário, com o intuito de remover cáries e fazer a sanificação dos canais radiculares, sempre é perdido um pouco da estrutura dentária, sendo necessário um planejamento restaurador adequado para cada caso, inclusive com o reforço de pinos para sustentar essas restaurações em alguns casos.

Portanto, o dente só irá fraturar após o tratamento de canal se não for feito o procedimento restaurador mais adequado logo após o término do tratamento de canal ser concluído.



Em todo o caso, a melhor solução para a dor de dente não deve ser a auto-medicação (que pode causar problemas graves!), nem os remédios caseiros, nem tão pouco fazer extrações desnecessárias; a solução é procurar um profissional habilitado para resolver o seu problema, seja ele qual for: dor no siso, cáries, tratamentos de canal... converse com o seu dentista, ele com certeza tem uma solução para o seu problema dentário.

E o melhor: sem dor!