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18 de junho de 2011

Uma bobagem do tipo “Eu te Amo”



Crônica: Gabriel Colombo



Qual a melhor altura de se dizer eu te amo?



Outra pergunta: quem terá coragem de admitir primeiro?



Existem ocasiões nas quais todos sentimo-nos admirados: 



Quando alguém cuida de ti. 



Quando se está feliz. 



Quando o outro sabe te escutar. 



Quando pergunta como foi o teu dia. 



Lava tua louça. Limpa teu banheiro.




Também elogia tua roupa. E a tua opinião conta muito. 


Dirigir esta expressão não deveria ser um problema. 


Demonstra fraqueza? Ou demonstra sinceridade? 

É como os dois lados de uma moeda: pode depor contra ou a favor de ti.

Vai ser o teu Paraíso ou o teu Inferno. 





Quando se instala o Inferno, o outro ser amado estará a mil léguas distante de ti e te fará de marionete. Quando se tem a sorte de sentir Paraíso, a pessoa amada tende a entregar-se da mesma forma. Perdendo a ilusão que pisava em território estrangeiro ou em areia movediça.
Eu li que os acontecimentos mais ricos ocorrem antes que a gente se aperceba deles. E quando abrimos os olhos para o visível, há muito tempo atrás já estávamos aderentes ao invisível.



Naquela noite que tu me disseste ‘eu te amo’, fiquei paralisado. Pedi licença. Tomei um ar. Fiquei constrangido. Fui para o banheiro e te vi deitar na minha cama. Montei uma linha de fatos…





Lembrei do meu peito suado, do meu olhar tarado, dos meus lábios molhados. Entendi que eu fui o primeiro a falar através do meu corpo e dos meus olhos, esta expressão boba do tipo ‘eu te amo’.

E eu nem precisei te oferecer jantar romântico. E eu nem tive que rir das tuas piadas sem graça. Embora eu não tenha falado palavras abstratas, nem também fui muito exato, me entendeste muito bem...

Eu sei quando foi. Foi quando eu rasguei as cortinas, vesti o meu corpo de luz e de forma simples, caminhei até ti. E a minha sombra me esperava atrás de toda a tua luz.

Muito obrigado à minha dinda Eloisa Teixeira por transcrever essa crônica via celular Londres/Brasil num momento de muita emoção minha.

15 de junho de 2011

10 tipos de namoradas que dão muito trabalho!



Quem nunca pegou uma tranqueira? 


Ou alguém legal que depois começa a mostrar as garras... 


É, o mundo tá cheio de gente doida... 


Eu mesmo já peguei uma criatura bipolar, foi uma loucura, literalmente...kkk 


Se você já passou por esse tipo de problema, deixe aqui sua mensagem, seu desabafo.. 


Se não, prepare-se.... 


Quando você menos esperar, ele ou ela irá mostrar sua verdadeira face...


Veja a lista abaixo e negue que já teve uma em sua vida, se for capaz.


Extraído do Blog Thiago Batticelli - clique aqui e acesse



1) A imaculada


Também conhecida como "menina de família", é aquela que você vai penar como um louco para conseguir um beijo, quanto mais uma noite de amor. 


Ela vem com o discurso de que "não é como as outras meninas e não se entrega fácil" ou que "precisa conhecer muito bem o cara antes de qualquer coisa" e então, meu amigo, você vai ter que provar a todo o momento que é um rapaz direito e que suas intenções são as melhores possíveis (sejam lá quais forem as dela). 


E ai de você se cometer algum deslize ou avançar para algo que ela ainda não liberou. Vai voltar à estaca zero e ter que começar tudo de novo.

2) A "Jeannie"




Lembra daquele delicioso seriado do tempo da TV à lenha que o cara acha uma lâmpada mágica e de dentro sai uma deliciosa gênia loura? Pois é, fez a fantasia de nossos pais e tios, e todo mundo queria uma mulher assim. 


Mas os tempos são outros, meu caro. 


As Jeannies querem te agradar o tempo todo, aparecem e ligam a todo momento para ver se você está bem ou se precisa de alguma coisa, e não dão espaço para você respirar. Não está acreditando? 


Imagine que marcou uma noitada de pôquer na sua casa com seu mais íntimo bando de caras e lá pelas tantas, ela surge do nada com salgadinho, cerveja, cigarros e fica a noite toda bancando a garçonete. Todos vão achá-la o máximo. Você vai xingá-la mentalmente. E ela vai lhe chamar de "amo".


3) A "botequeira"




Ela bebe mais que um estivador, fala mais palavrão que a torcida do Palmeiras nesse campeonato paulista (antes que você diga algo, sou palmeirense) e seguramente vai arrumar alguma confusão até o final da noite. E quem fica para consertar as coisas? Sim, você


Aí, dá-lhe fazer cara de paisagem quando ela cisma em brigar com garçom, vomita na mesa ou provoca o cara mais forte e a mulher mais mal-encarada do bar. 


E só um pensamento corre na sua cabeça: ela é o filho que meu pai sonhou ter.


4) A "Gollum"


Ela olha para você e diz "meu precioso". 




Possessiva e ciumenta, ao se relacionar com uma garota dessas você deve dar adeus ao convívio com qualquer outro ser do sexo feminino, excetuando sua mãe e sua irmã (mas suas primas não podem, "aquelas piranhas"). 


Sabe a menina que você trabalha lado a lado há três anos na empresa e foi padrinho do filho dela? Está dando em cima de você


A caixa da loja que disse "obrigado, volte mais vezes"? Você deu mole para ela. Com certeza ela vai cismar até com a gravação que toca nas cancelas de estacionamento de shopping agradecendo a sua visita.

5) A "controller"




É mais ou menos como a "gollum", mas seus amigos estão incluídos no pacote de proibições, porque, segundo elas, são uns cafajestes que só pensam em vadiar. 


E com essa ideia em mente, ela passa a lhe perseguir 24 horas por dia, quer saber a todo o momento onde você está, com quem e a que horas estará em casa. 




E o mais terrível é que se você bronquear, ela vai fazer aquela cara de cachorro molhado e dizer: "eu me preocupo com você. Só quero seu bem".






6) A "Messalina"


Ela é um espetáculo na cama, tem um furor de dar inveja, e é algo que a maioria dos homens quer. 




Os problemas surgem quando ela começa a se insinuar para seus amigos, colegas de trabalho e familiares, ou quando passa a cancelar os encontros com você para "trabalhar" ou "ficar em casa", e quando você liga, ela não está lá.


Aí, pode ter certeza que muita gente já sabe de suas habilidades sexuais.


7) A "super independente"


Subproduto da liberação feminina dos anos 60 e 70, ela parte do princípio que não precisa de homem para nada. Aí você se torna acessório para passeios. 




Ela se ofende se você abrir a porta do carro ("eu tenho braços, moço", diz com um sorriso sarcástico), se você cogitar pagar a conta ou tiver qualquer ato de cavalheirismo (o que atrai o ódio das outras mulheres, que as culpam justamente por fazer sumir os cavalheiros da praça). 




E o pior, ela conduz tudo, decide tudo e se você se encaixar em seus planos, pode acompanhá-la. Senão, ela lhe põe de volta na caixa e lhe guarda no armário.


8) A "super dependente"




Ao contrário da anterior, essa não toma nenhuma decisão. Para nada. Você decide onde vão, a que horas vão, o que vão comer e como vão vestidos. 


E não é porque ela é machista ou algo assim, e sim, porque simplesmente ela não tem personalidade nenhuma. É uma casca vazia.


9) A "camaleoa"


Ela é um doce com você. 


Adora o que você fala, lhe curte muito, mas na frente de seus amigos e dos seus parentes se transfigura. 




Fecha a cara e consegue ser o mais desagradável possível, a ponto de pessoas próximas a você não lhe convidarem para mais nada para não terem que cruzar com a figura. 


Estranhamente isso não acontece quando você está com os amigos e parentes dela. 


E o difícil é conseguir convencer os outros que com você ela é o máximo. Ou talvez você está tentando convencer a si mesmo?


10) A "e ainda por cima é bonita e gostosa"




Esta é a pior de todas. Ela reúne uma ou várias características que descrevemos acima, mas tem um rosto lindo e um corpo deslumbrante. E só podemos pensar que Deus dá mesmo rapadura a quem não tem dentes.


Blog Thiago Batticelli