30 de janeiro de 2010

Com uma pele de DEUSA no carnaval

A pele do rosto e do corpo sofre o dia inteiro com agressões externas de agentes poluentes como a presença de impurezas ambientais: fumaça, poluição, ar condicionado, vento, sol e poeira.


Por isso, nunca é demais destacar a importância de um bom cuidado com a pele do rosto e corpo. O famoso ritual de beleza: limpar, tonificar e hidratar é muito importante na hora de prevenir qualquer efeito nocivo durante o verão.

Tratar a pele com especialistas periodicamente também é fundamental, mas os cuidados diários fazem a maior diferença. É essencial remover a maquiagem, a poluição e o suor todos os dias para ter uma pele saudável e bonita.

A especialista em pele do The Art Of Beauty La Prairie, Elaine Fontes, dá dicas de como manter a pele saudável e com um toque de luminosidade.

“Para quem deseja ter uma pele iluminada nesse carnaval, indicamos tratamentos a base de caviar, platina e ouro. São substâncias que iluminam, hidratam e proporcionam efeito lifting após algumas horas de uso do produto”, afirma.

Ela também recomenda que seja feita uma alimentação balanceada e qualitativa, além da ingestão de muita água para manter a pele hidratada e diminuir a retenção de líquidos.

Quer saber os segredos de pele das grandes atrizes? Então leia as dicas abaixo:

Quer saber um segredo do hidratante facial Platinum Rare?


Aplicar o hidratante facial La Prairie Platinum Rare pela manhã e/ou à noite, após limpar e tonificar, seguido de um soro. A função do creme ajudará na proteção do DNA celular e na prevenção dos danos que podem resultar no envelhecimento acelerado da pele.

O produto conferirá o resultado de uma pele equilibrada após três horas de uso, proporcionando melhora na hidratação e receptividade dos nutrientes. Ele regenera a elasticidade da pele, melhora o tônus e o preenchimento de rugas.

A especialista também sugere alguns produtos para usar com o La Prairie Platinum Rare, o Eye Cream, que ajuda a reduzir rugas e desestimula a formação de linhas finas; o Radiance Pure Gold, um soro especial indicado para todos os tipos de pele; o Concentrate Pure Gold, que ilumina e clareia a pele imediatamente, reduzindo manchas da idade, preenchendo linhas e rugas e dando à pele uma suavidade acetinada e o Skin Caviar Concealer Foundation, uma base facial três em um, ideal para hidratar a pele, pois contém um complexo capaz de corrigir as pequenas imperfeições da pele no make up.

Uma combinação única de cores e cuidados brilhantemente concebidos em um produto que oferece a pele nutrição e hidratação, além da proteção solar e da maquiagem.

A marca afirma que a maioria dos seus produtos são formulados à base de ingredientes exclusivos e proteínas celulares que provêm de nutrientes essenciais que proporcionam saúde, vitalidade e aparência renovada à pele.

Visite o site: www.laprairie.com.br ou compre os produtos pela internet.


ATM: Disfunção da Articulação

O que é ATM?

Por:


D-ATM, ou disfunção da articulação temporomandibular, é uma alteração da articulação que liga o maxilar à mandíbula que pode, por exemplo, não estar funcionando adequadamente. Essa articulação é uma das mais complexas do corpo humano, responsável por mover a mandíbula para frente, para trás e para os lados.

Qualquer problema que impeça a função ou o adequado funcionamento deste complexo sistema de músculos, de ligamentos, de discos e de ossos é chamado de D-ATM. Geralmente, a D-ATM dá a sensação ao indivíduo acometido de que sua mandíbula está saltando para fora, fazendo um estalo e até travando por um instante. A causa exata desta disfunção, em geral, é impossível de ser identificada.

Quais os sintomas da D-ATM?

Disfunções de ATM apresentam muitos sinais e sintomas. É difícil saber com certeza se você tem D-ATM, porque um destes sintomas ou todos eles podem também estar presentes em outros problemas. Seu dentista poderá ajudá-lo a fazer um diagnóstico preciso, através de uma história médica e dentária completa, um exame clínico e de radiografias adequadas.

Alguns dos sintomas mais comuns de D-ATM são:

- Dores de cabeça (freqüentemente parecidas com enxaquecas), dores de ouvido, dor e pressão atrás dos olhos;
- Um "clique" ou sensação de desencaixe ao abrir ou fechar a boca;
- Dor ao bocejar, ao abrir muito a boca ou ao mastigar;
- Mandíbulas que "ficam presas", travam ou saem do lugar;
- Flacidez dos músculos da mandíbula;
- Uma brusca mudança no modo em que os dentes superiores e inferiores se encaixam.

Como tratar a D-ATM?

Embora não exista uma cura para a D-ATM, existem diversos tratamentos que você pode seguir para diminuir consideravelmente os sintomas. Seu dentista pode recomendar um ou mais dos seguintes tratamentos:

- Tentar eliminar a dor e o espasmo muscular através da aplicação de calor úmido ou através de medicamentos como relaxante muscular, aspirina ou outros analgésicos comuns, ou ainda antiinflamatórios;

- Reduzir os efeitos prejudiciais de travamento ou rangido, por meio de um aparelho, algumas vezes chamado de placa de mordida ou "splint". Este aparelho, feito sob medida para sua boca, se encaixa nos dentes superiores e ao deslizar sobre os dentes inferiores impede estes dentes inferiores de ranger contra os dentes superiores;

- Aprender técnicas de relaxamento para ajudar a controlar a tensão muscular na mandíbula. Seu dentista pode sugerir que você procure condicionamento e aconselhamento para ajudar a evitar o estresse, que é a principal causa de muitos dos males que acometem nosso corpo nos dias de hoje;

- Exercícios relacionados à estimulação da musculatura podem aliviar os sintomas, funcionando como uma “fisioterapia” local;

- Quando partes da mandíbula são afetadas e os tratamentos não surtiram efeito, uma cirurgia na articulação pode ser recomendada.


Social por Júlio Santana

****************** Confira abaixo os DESTAQUES:


********** 3º aniversário

Rupp comemorou nesse mês de janeiro o seu terceiro aniversário e está feliz da vida com o sucesso de seu salão e está cheios de novos projetos para os próximos meses... Suas clientes e amigas podem ter certeza que a inovação e qualidade sempre chegam antes por lá...

********** SUL do SUL

Acontece neste sábado, às 21:30h na 37° Feira do Livro da Universidade Federal do Rio Grande, o lançamento do Projeto Sul do Sul : Memória , Patrimônio e Identidade - Presença - Luso - Açoriana em Rio Grande, com apresentação do diretor da cidade de Gravataí do Rancho Folclórico da Casa de Açores do RS, coordenado por Régis Albino, e apresentação do Piquete Alma Campeira, de nossa cidade, coordenado por Antonio Branco.

********** Aos passageiros...

No ultimo dia 18 de janeiro o pessoal da Mega Viagens ofereceu um jantar para mais de 250 passageiros na sede Campestre do Centro Português. O objetivo foi apresentar os roteiros de 2010 e acertar os últimos detalhes do “Grupo Gaúchos a Bordo” que embarcam no luxuoso Navio MSC Opera, intitulado "Baila Comigo". Pelo que vimos por lá, esse navio vai sacudir...

********** Encontro de Emoções
Foto: Bruno Kairalla

Capa do Feliz Idade nesta última semana, caderno publicado as quintas-feiras pelo Agora, nossa amiga Dalva Leal Martins estará lançando seu livro intitulado “Encontro de Emoções” amanhã na Feira do Livro do Cassino a partir das 21h. Vale a pena conferir...

Foto: Bruno Kairalla

Outros momentos:

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Beco do Gourmet, por Filipi Dias

CESTINHAS DE COGUMELO

- Filipe Dias
- Confraria Country - mestrecuca@vetorial.net
- Blog/Acesse: www.spaces.msn.com/mestrecucafifa

Vocês já imaginaram fazer cestinhas ou canapés com batata palha?

Sim, com batata palha, aglutinada com leite e queijo parmesão ralado. Douradas e crocantes, que se desmancham na boca com aquele barulhinho característico: "crak, crak" que a gente tanto adora?

Pois aqui está a receita.


Hummmm...
Água na boca?!
Então veja abaixo como fazer...


Lembro que uma vez tentei, com resultado relativamente satisfatório, fazer cestinhas de batata ralada no ralo grosso e depois moldada entre duas fôrmas feitas com coadores de chá de arame que eram imersos em óleo quente até firmar os fiapinhos de batata que fritavam entre eles formando uma cestinha bem crocante e dourada.

Acontece que dava uma trabalheira danada e para se preparar meia dúzia de cestinhas se levava uma hora, pois batata leva muito tempo para fritar e eu só podia fazer uma cestinha por vez. Desta maneira é bem mais fácil.

Experimentem estas receitas de cestinhas e canapés batata palha que me foram cedidas pela Elma Chips, a quem agradeço.

Bom proveito, bom veraneio e até semana que vem, meus amigos.

>> Ingredientes:

- 1 embalagem de conserva de cogumelo paris fatiado (250 g)
- Suco de ½ limão
- Sal a gosto
- Pimenta-do-reino moída na hora
- 4 colheres de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de maionese Hellmann’s
- Limão (36 g)

>> Cestinhas:

- 2 pacotes de batata palha “Elma Chips Na Mesa Sabor Cebola e Salsa” (280 g)
- 1 xícara de chá de queijo parmesão ralado grosso
- 2 xícaras de chá de leite morno (400 ml)

>> Modo de preparo em CINCO passos:

1. Lave e fatie os cogumelos, passe para um recipiente, tempere com o limão, pimenta, sal o azeite e a maionese. Reserve.

>> Faça as cestinhas:

2. Hidrate a batata com o leite morno, junte o queijo, misture bem e reserve.

3. Aqueça uma frigideira pequena, untada com manteiga e coloque 4 colheres (sopa) de batata hidratada na frigideira em fogo médio.

4. Quando começar a dourar as bordas retire do fogo e molde no fundo de um copo formando cestinhas. Deixe esfriar.

5. Preencha cada cestinha com uma porção de cogumelos. O recheio pode variar à vontade.

>> Sirva em seguida.




>> VEJA outras delicosas receitas de Filipi Dias, como, AMARETTI (foto acima) e CANAPÉS DE ALHO PORÓ, na página SEIS do Mulher Interativa!! :)


29 de janeiro de 2010

PENSE NISSO...

Haiti: O testemunho espantoso do escritor Dany Laferrière


- Artigo publicado no Le Monde, em 17 de janeiro

- Tradução livre da professora Nubia Hanciau, patronesse da 37ª Feira do Livro da FURG E autora de: Vers le sud, de Dany Laferrière. Literatura e cinema. Vida e história no Haiti. Revista Brasileira de Estudos do Caribe, v. 9, n. 17, jul.-dez. 2008, p. 55-84. ISSN 1518-67841

- Também publicado pelo caderno Feliz Idade (Jornal Agora) do dia 28/01


Dany Laferrière, escritor que escapou por um triz da morte no terremoto de 12 de janeiro, concede reveladora entrevista a Christine Rousseau, do jornal francês Le Monde.


O escritor, que esteve em Porto Alegre em março de 2006, na UFRGS, onde proferiu palestras, e em 2007 em Salvador para o congresso da ABECAN (Associação Brasileira de Estudos Canadenses), rebate a idéia de que o Haiti recebeu punição como fruto de uma maldição e apela ao mundo que ajude esse povo sofrido, vítima de colonização cruel.


Recompensado em 2009 como o prêmio Médicis pelo seu romance L'Enigme du retour [O enigma do retorno], Dany Laferrière estava no Haiti entre os escritores convidados para o festival “Etonnants Voyageurs” [Admiráveis Viajantes], que deveria acontecer em Porto Príncipe, de 14 a 21 de janeiro. Após alguns dias na capital haitiana, de volta a Montreal onde reside há muitos anos em meio à expressiva comunidade haitiana, eis a entrevista que concedeu ao jornal francês:


“Eu estava no Hotel Karibé, que se situa em Pétionville (bairro de classe alta), na companhia do editor Rodney Saint-Eloi, que acabava de chegar e queria ir ao seu quarto. Como eu estava com fome, levei-o ao restaurante, e isso provavelmente o salvou… Estávamos jantando quando ouvimos um barulho muito forte. Pensei que era uma explosão que vinha das cozinhas; em seguida compreendi que se tratava de um terremoto. Saí imediatamente e me deitei no chão. Houve sessenta segundos intermináveis quando tive não apenas a impressão de que aquilo não terminaria jamais, mas que o solo poderia se abrir. Foi enorme. Tem-se o sentimento de que a terra se torna uma folha de papel. Não há mais densidade, o solo totalmente mole, você não sente mais nada.


Depois desses sessenta segundos nos levantamos e dissemos que era preciso nos afastarmos do hotel, uma construção bem alta, logo, pouco segura. Descemos então em direção às quadras de tênis onde todos se agruparam. Dois ou três minutos mais tarde, começamos a ouvir gritos…

Perto do hotel, onde havia apenas alguns destroços, no pátio, os pequenos imóveis que as pessoas alugam estavam todos destruídos. Contamos nove mortos. Ao mesmo tempo em que temíamos outros abalos, algumas pessoas levantaram para começar a socorrer.


Um enorme silêncio caiu sobre a cidade. Ninguém se mexia, ou quase ninguém.

Cada um tentava imaginar onde poderiam encontrar seus próximos.

No momento em que o sismo se produziu, terça-feira 12 de janeiro, Porto Príncipe estava em pleno movimento. Às 16 horas os estudantes ainda vagam depois das aulas. É o momento em que as pessoas fazem suas últimas compras antes de voltar para casa, quando há engarrafamentos.


Hora de dispersão total da sociedade, de espalhamento. Entre 15 e 16 horas, você sabe onde se encontram seus próximos, mas não às 16 e 50. A angústia era total, criando um silêncio ensurdecedor que durou horas. Em seguida começamos a procurar.

Voltamos ao hotel, e, graças à rádio americana e ao boca-em-boca, soubemos que o palácio presidencial tinha desabado, mas que o presidente René Préval estava salvo. À nossa volta, porém, ninguém tinha notícias da família.

Tive notícias da minha graças ao meu amigo, o romancista Lyonel Trouillot. Mesmo com dificuldades para caminhar, ele veio a pé até o hotel. Estávamos na quadra de tênis e ele não nos viu. Voltou de carro no dia seguinte para levar-me até a casa da minha mãe.


Depois disso fomos ver o grande Frankétienne [dramaturgo e escritor], que teve a casa fissurada e estava em lágrimas. Um pouco antes do sismo ele ensaiava uma de suas peças de teatro que evoca um terremoto em Porto Príncipe. Ele me disse: “Não podemos mais interpretar essa peça”. Respondi: “Não desanime, é a cultura que nos salvará. Faça o que sabe fazer”. Esse terremoto é um acontecimento trágico, mas a cultura é o que estrutura este país.

Incitei-o a sair dizendo que precisavam vê-lo. Quando os referenciais físicos caem, só restam os referenciais humanos. Frankétienne, esse imenso artista, é metáfora de Porto Príncipe. Era preciso que saísse de sua casa. Quando fui à casa de minha mãe fiquei angustiado, pois vi imóveis em aparência sólidos, totalmente destruídos, e inumeráveis vítimas também.

Mesmo na menos atingida Pétionville eram muitos. Comecei a contar e parei... Eram pilhas de corpos que as pessoas depunham com cuidado ao longo das estradas, cobrindo-os com um lençol ou tecido. Depois do tempo de silêncio e da angústia as pessoas começaram a sair e a se organizar, a tapar os buracos de suas casas.


O que salva esta cidade é a energia dos mais pobres. Para ajudar, buscar o que comer, todas essas pessoas criaram uma grande energia. Deram a impressão de que a cidade estava viva. Sem eles Porto Príncipe seria uma cidade morta, pois a maioria das pessoas que têm do que viver permaneceram em suas casas.

Foi para dar testemunho dessa energia que voltei a Montreal, mas não apenas por isso. Quando a Embaixada do Canadá propôs embarcar na sexta-feira, aceitei, pois temia que a catástrofe provocasse um discurso estereotipado demais.

É preciso cessar de empregar o termo ‘maldição’. É uma palavra insultante, que subentende que o Haiti fez algo de ruim e está pagando por isso. É uma palavra que, cientificamente, nada quer dizer.

Sofremos ciclones por razões precisas e não houve terremoto com tamanha magnitude há duzentos anos. Se fosse maldição, então teríamos também que dizer que a Califórnia ou o Japão são malditos.

Corre ainda que os televangelistas americanos pretendem que os haitianos fizeram um pacto com o diabo… Fariam melhor se falassem dessa energia incrível que eu vi, desses homens e mulheres que se entreajudam com coragem e dignidade. Embora a cidade esteja parcialmente destruída e o Estado decapitado, as pessoas permanecem, trabalham e vivem. Então, por favor, cessem de empregar o termo maldição; o Haiti nada fez, não está pagando nada, é uma catástrofe que poderia acontecer a qualquer um”.


Para Dany Laferrière, outra palavra que é preciso cessar de empregar a torto e a direito é pilhagem. Quando as pessoas, em perigo de vida, vão aos escombros buscar o que beber e alimentar antes que as gruas venham tudo destruir, isso não se aparenta a pilhagem, mas a sobrevida. Haverá sem dúvida saques mais tarde, pois toda cidade de dois milhões de habitantes possui sua quota de bandidos, mas até aqui o que viu são pessoas que fazem o que podem para sobreviver.

Com relação à percepção sobre a mobilização internacional, o escritor diz que desta vez a ajuda é séria, não um gesto teatral como se produziu no passado. Percebe-se que os governos estrangeiros querem verdadeiramente fazer alguma coisa pelo Haiti; e também, no país, ninguém quer desviar essa ajuda.


O que aconteceu é excessivamente grave. Há tanto a fazer, começando por recolher os mortos. Isso sem dúvida levará várias semanas. Em seguida, será necessário desentulhar toda a cidade para evitar as epidemias. Mas o problema número um é a água que em Porto Príncipe está poluída. Habitualmente é fervida para beber, mas não há mais gás.

Os haitianos esperam muito da comunidade internacional. Se as coisas são decididas em um nível tão alto, no âmbito de um vasto plano de reconstrução, então estão prontos a aceitar este último sofrimento. A representação do Estado tendo sido atingida e o governo dizimado, é o momento de ir ao povo, direto, e de enfim fazer alguma coisa audaciosa por esse país.


Realce, por Bira Lopes

Os Melhores de 2009:


- Bira Lopes - (53) 3232-4524.
- E-mail: biralopes@brturbo.com.br

:: Marilene Sandoval Macedo, confeiteira (maio):


"Adorei! Realizei um sonho!"


:: Juraci Sena Medeiros, auxiliar de cozinha (julho):



"Não tenho palavras! É o dia mais feliz da minha vida!"


>>> Seja você a próxima!!

Saiba como na contra-capa do caderno Mulher Interativa!!!


Direto do G1:

Mulheres chamam a polícia porque não gostaram de sexo e são presas

Elas foram acusadas de apresentar uma falsa denúncia de estupro.
Mas sexo foi consensual. Homem deu maço de cigarros para mulheres.


LINK: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1469253-6091,00.html



Duas mulheres foram presas em Telford, no estado do Tennessee (EUA), acusadas de apresentar uma falsa denúncia de estupro. Após admitirem que o sexo foi consensual, elas alegaram que ligaram para polícia porque não gostaram do ato sexual.

De acordo com o a reportagem do jornal "Times News", Jessica Kathleen Alexander, de 18 anos, e Tammy Nicole Ortego, de 29, haviam dito que tinham sido estupradas por dois homens, quando saíram de dentro de casa para verificar por que os cães estavam latindo.

Mais tarde, no entanto, as mulheres confessaram que a história era falsa. Elas teriam admitido que encontraram um homem e, depois, fizeram sexo com ele. Em troca, de acordo com a polícia, o homem deu um maço de cigarros para Jessica e Tammy.

As duas mulheres foram detidas acusadas de apresentar uma denúncia falsa. Tammy foi levada para a cadeia do Condado de Washington com uma fiança de US$ 10 mil, enquanto a fiança de Jessica foi fixada em US$ 5 mil pela Justiça.

Doces: quem os resiste?!

Caro leitor. Se você tem alguma compulsão por açúcar ou tem a obrigação de se cuidar por conta de alguma enfermidade: PARE AGORA! Esta matéria não é para você.

Siga imediatamente para o próximo post deste blog.

Entretanto, caso queira saborear conosco um dos maiores prazeres encontrados na praia do Cassino, o convite está aberto! Leia e se delicie com as respostas de nossos entrevistados nesta nova edição do Mulher Interativa.


No verão, mais que em qualquer época do ano, eles estão por toda parte, inclusive, na maior praia do mundo, por todos os lados.

Fazem parte da nossa soma calórica diária.

E quem consegue resistir?


E mesmo quem consegue, não escapa de dar aquela olhadinha rápida.

Pode ser quente, frio, bem geladinho, pastoso ou cremoso, não tem jeito.

Com tantas tentações, como ficar sem aquela tradicional água na boca?

Ainda mais quando pensamos na doce sensação, no prazer e no bem estar que eles, os doces, geram em nós.

Algo que nem a ciência sacia nossa curiosidade.

Pois bem...



Da ampla variedade que a avenida do Cassino dispõe, destaca-se a concentração anual da Feira do Doce. Nada comparável em tamanho, claro, com aquela feira que possui um âmbito nacional, conhecida por boa parte dos gaúchos.

No entanto, a do Cassino aposta na localização, na variedade e no reconhecimento dos profissionais que ali trabalham no único intuito de oferecer aos visitante, um sabor inconfundível. E isso é o que provam os nossos entrevistados de hoje.

O templo dos doces se concentra por quatro bancas. Entre elas, a Quindim Pinheiros, a Doces Figueiredo, Doces Feijó e a Confeitaria Rio Grande. Como não podia ser muito diferente, cada uma possui seus carros-chefe.


Na confeitaria são expostos diariamente cerca de 300 doces. Lá, os mais comercializados, segundo o responsável, Jeferson Goulart de Jesus, são as bombas e as tortas, tanto uma quanto a outra nos mais variados sabores.

Na Figueiredo, a torta alemã, o bombom de morango e a cocada estão entre os mais vendidos, diariamente. Já na Feijó, o cliente é fisgado pelas madelaines, as bombas e bombons, o Rei Alberto e o ninho. Acho que não precisamos mencionar a especialidade da Quindins Pinheiros, correto?


Aos 20 anos, Paulo Feijó Junior, já comanda o negócio da família. É filho de Paulo Renato, presidente da Associação dos Doceiros do Rio Grande, que conta com cerca de 50 membros e comenta que a Feira já está no Cassino há 20 anos.


Ao lado de João Luiz Figueiredo, 61 anos, eles comentam que embora o público atual do balneário seja superior ao do ano passado, as vendas não seguem o mesmo ritmo desse crescimento.

Porém, e conforme os doceiros, o período em que mais se deparam com seus clientes ainda está por vir: Iemanjá e o Carnaval. Eles também fazem outra observação: a concentração do público aumenta a partir das 11h e se estende até às 2h.


“As pessoas gostam de doce na madrugada. Aqui vamos até terminar o movimento. O horário é o de menos”, observa e assegura, Figueiredo. A feira, inaugurada em 07 de janeiro, segue até o dia 21 de fevereiro. Até lá, muitos doces ainda nos esperam. Qual o seu preferido?!

VOCÊ no MULHER
Apaixonados por doces



Escrito por Bruno Zanini Kairalla
- Editora diagramadora: Rosane Leiria Ávila
- Fotos-reportagem: Bruno Kairalla
- Sugestões: bruno.kairalla@gmail.com

>> Tudo pela Torta Alemã

Diretamente do Laranjal, em Pelotas, para a Feira do Doce do Cassino, nossa equipe de reportagem flagrou o momento exato que Daphne Gomes da Costa e, seu primogênito, Marcelo Filho, se dirigia ao responsável pela banca Figueiredo e declarava: “Toda vez que venho ao Cassino, levo esses doces maravilhosos pra casa. São muito bons”, expôs ela, ao ser surpreendida com o pedido de registro do repórter por conta de seu notório depoimento.


Na ocasião, Daphne foi buscar Marcelo na casa de sua irmã, a estudante de engenharia de alimentos da Furg, Mariana Gomes Costa, que há quatro anos reside no balneário. “Quando passamos por aqui, é bem difícil resistir”, confessa ela, que também estava acompanhada do marido e levou para o Laranjal, a especialidade da banca de seu Figueiredo: tortas alemãs – o doce preferido de toda a família. “No Laranjal não existe torta alemã. Então levamos daqui”, explicam eles.

>> Cocada do amor


Eles são da cidade de Quaraí, município fronteiriço do Estado, próximo à Santana do Livramento. Mas, quando aproveitam para passar as férias no Cassino, os namorados de longa data – sete anos – Elizandra Rodrigues Jacques, 24 anos, e João Ari da Luz Motta, também de 24, não perdem tempo e vão logo atrás do diamante necessário: a cocada. E não há discussões: o doce é o predileto dos dois.


E apesar dos quilinhos a mais que ela também proporciona, a estudante de enfermagem reforça que o prazer está acima da preocupação pela forma e traça um contraponto: “Pelo menos ela é mais leve”. Segundo o militar Motta, a presença no local não é constante, mas eventual, ocorrendo nos mais variados horários. “Sempre que possível, passamos por aqui”, finaliza ele.

>> Bem faz bem

Em breve, a aposentada Maria Beserra Gomes, 53 anos, será a mais nova moradora da praia do Cassino. No momento, a sua casa está em construção. Quando ficar pronta, aí então será ainda mais difícil resistir a diversidade de doces que o balneário apresenta.

Ainda mais ela, que admite consumir doces diariamente e degustá-los após o jantar. E quem será o sortudo que compartilhará dessas encomendas que ela carrega? “Ninguém. São todos para mim”, diverte-se ela.


Maria pontua ainda que seu doce preferido é a torta alemã. Questionada sobre o porquê, ela se reporta ao dono da banca e responde: “Não sei. Tem que perguntar para ele. Ele deve colocar um pozinho, uma coisinha, que não tem jeito, fascina. É muito gostosa, muito bem feita”, justifica.

Além da torta, ela ainda aponta outros: “Gosto de negrinho e a cocada que é um espetáculo”, anuncia. Quanto a saúde, ela argumenta que não se importa muito, pois regula a quantidade e diz que essa extravagância só ocorre nesta época do ano. “O doce me faz bem. Se não como, parece que falta alguma coisa. Sinto falta”, ressalta.

>> Elas PODEM

Amigas desde maio do ano passado, as duas não são de Rio Grande, mas estão por aqui há um bom tempo. Mestre em geografia, Priscila Teixeira, 30 anos, é de Goiânia mas mora aqui há 12 anos.

Priscila (Foto: Bruno Kairalla)

Já Rosani Bolbadilha (abaixo), pode se considerar uma rio-grandina. Dos seus 23 anos, está há 18 aqui na terrinha. Também estudante de geografia, a amizade entre as duas iniciou depois que elas ingressaram num projeto na mesma área, dentro da Furg.


Rosani Bolbadilha (foto: Bruno Kairalla)

Terminadas as apresentações e quando o assunto se volta especificamente ao doce, elas admitem que não tem com que se preocuparem. Estão em plena forma física. Podem comer ou exagerarem o quanto quiserem.

Entretanto, Priscila, cometida, apesar de amar doces, discorre que como eles são muito grandes, gosta de saboreá-los na boca bem devagarinho e que muitas vezes não consegue comer um inteiro. Solução? Levar a metade para a sua casa e horas depois voltar a degustar a iguaria. Prático, não?


Difícil parece só para os compulsivos que não se controlam e sentem a necessidade de comer mais de uma variedade. “Prefiro os doces mais suaves, como o mousse”, aponta ela, que valente trocou um pudim de leite condensado – que ao lado de um autêntico brigadeirão feito em casa, compõem a lista de seus doces preferidos - por um mousse de maracujá. Dá para acreditar?

Quanto as preferências de Rosani, ela nomeia os doces que envolvem frutas, principalmente, o morango e a ameixa. “Adoro”, exclama. Pensa um pouco mais e arremata: “AH! E claro: chocolate, né. Amo. Principalmente nas fases de TPM”. “E não dá espinha. Eu só tenho acne quando como muita gordura”, complementa Priscila, acabando com certos mitos.


As duas moram na cidade e procuram no Cassino o descanso da rotina do dia a dia. E é Priscila quem entrega o jogo: “Chegamos na praia por volta de três da tarde. Desde, então, a Rosani não para de falar na feira do doce. Já tínhamos, inclusive, passado por aqui, mas como ainda estava fechada, décimos voltar depois”, evidencia ela, ao som das gargalhadas de Rosani.

>> Atraídos pela variedade

Uma ida até a farmácia, próxima do local, também serve como desculpa para a família saborear um bom doce.


A designer Juliana Camargo, 22 anos (foto acima), é nora de Magali, 49, e de seu José Marcos Aquino, de 53, e defende que a Feira de Doces do Cassino propõe aos veranistas uma variedade que resulta na atração do cliente.


“É fácil parar aqui por conta das opções disponibilizadas”, propõe Juliana. Entre o vasto leque das guloseimas, o bombom de morango está entre os prediletos, seguido pela torta alemã e os tradicionais, brigadeiro, branquinho, chocolate branco e quindim, claro, de chocolate.


A bibliotecária Magali e José também citam o bombom de morango. Mas, ela acrescenta os prediletos: torta alemã e todos que tiverem nozes.


Seu José não fica atrás: brigadeiro e quindim. Enquanto o casal prefere comer doce mais a noite, Juliana gosta mesmo é depois da refeição do meio-dia. Magali reflete mais um pouco e conclui: “Não tem uma hora. De preferência gosto de comer pela tarde e a noite. Gosto do prazer que o doce nos oferece. É muito bom”.